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"A interatividade é o ponto chave da obra. Todas as cenas são realizadas com a participação de alguém da plateia, que é convidado até o palco para construir junto com o palhaço Xulé e Pipoca o acontecimento cênico."
Xulé traz para o picadeiro as mais divertidas cenas do universo da palhaçaria contemporânea. O espetáculo traz um menu repleto com deliciosas pantomimas, gags e reprises interativas com o público que fazem no espetáculo um show dentro do show. Com técnicas de interatividade, o trabalho nasce e renasce a cada apresentação, a cada encontro com o público. O resultado pode ser conferido através desta celebração do riso com pitadas de deliciosas atrapalhadas que são protagonizadas juntamente com o Pipoca, o seu ajudante cômico.
Esta obra já foi apresentada no exterior, em cidades como Lisboa e Porto (Portugal), San Martin e Avellaneda (Argentina) e uma adaptação da obra foi oferecida em Bogotá (Colômbia).
A obra se caracteriza como um espetáculo híbrido entre as linguagens do circo, do teatro e da performance. Possui uma escrita cênica composta por quadros autônomos, sem uma linearidade convencional. Apresenta como temática espacial uma rua, um restaurante e um camarim. São ambientes que aos poucos são construídos com a presença dos elementos que cenicamente vão sendo agenciados em cena, e com isso contribuiu para que o público seja transportado para cada universo que a obra propõe a exibir.
Encenação e dramaturgia: Diocélio Barbosa
Atuação: Diocélio Barbosa e Jonathan Silva
Sonorização/iluminação: Erik Breno
Produção: Arlequino Produções
Figurino: Diocélio Barbosa e Maurício Germano
Realização: Trupe Arlequin de Circo Teatro













